Archive for 01/07/10
Hoje, eu (Kyo) resolvi apelar aqui no NoP, coisa que não me permito fazer no blog. Teremos 3 resenhas em um post (O que tecnicamente me daria uma folga pelos próximos 30 anos no blog, hehe). Como recentemente, peguei gosto por Macross (Um anime que se você tem menos de 20, não é do seu tempo)... Ele passou (O original) aqui em duas versões, a original (rebatizada de Guerra das Galáxias) e a Americana (Que misturado com 2 outros animes, se tornou Robotech.), ambas nos anos 90.
Pois bem, vamos começar pelo primeiro.
E ae, Rapaziada! Pelo visto só eu (Kyo) posto no blog com regularidade, fora o André que tá de férias (merecidas), raramente vejo post dos outros componentes do blog. Sim, comecei com uma alfinetada! Mas enfim, hoje é segunda-feira, dia de MUSAS RETRÔ!
Só pra deixar bem claro, fiquem ligados no Blog do Kyo, que amanhã tem uma entrevista com acosplayer espanhola BlackCat que surpreendeu pela simpatia e atenção. Sério, além dela ser bonita, é simpática! Chupa Francesca Dani! Nunca mais visito seu site... Er, onde eu tava mesmo? Ah, sim, amanhã tem a entrevista com a BlackCat no Blog do Kyo, e hoje no Musas Retrô, saímos da Espanha, aonde estivemos com B.Janet, e vamos para o Brasil, sim, amigos, o Brasil, aquele país lá que vai ser sede da próxima copa! Bem, eu não fui nessa da África, mas já estou juntando dinheiro para a próxima! =P. Enfim, a Cosplayer de hoje é a PluMoon (Mary PluMoon), daqui do Rio de Janeiro, que fez o cosplay de Rydia, de Final Fantasy IV, que aliás, é meu favorito.
Produtora: Seibu Kaihatsu (Arcade/Mega Drive/Playstation)/Toei (SNES)
Desenvolvedora: Seibu Kaihatsu (Arcade/Playstation)/Micronet (Mega Drive)/Micronics (Snes)
Gênero: Shooter Vertical
Jogadores: 1/2
No ano de 1990, a produtora japonesa Seibu Kaihatsu lança nos Arcades, Raiden. Um Shoot em’ up vertical que se prolongaria numa série durante quase 20 anos (O último foi lançado pra Xbox 360, Raiden IV) com continuações e spin-offs. Hoje, lançaremos um olhar crítico sobre a primeira versão, que foi portada em 1991 para o Mega Drive e em 1992 para o SNES com o nome de Raiden Densetsu (Raiden Trad nos EUA). Em 1996, a versão de arcade foi portada para Playstation na compilação Raiden Project (Que engloba os dois primeiros jogos de Arcade, com seletor de tela, vidas e dificuldade)
Nota: Quando eu falar Arcade no review, contem a versão Playstation também, ok?

Drakengard 2
Produtora: Square-Enix/Ubisoft
Desenvolvimento: Cavia
Plataforma: Playstation 2
Gênero: RPG
Lendo o review de Nier, no Game Blog do Amer, me lembrou deste RPG também produzido pelo estúdio Cavia, que é a sequência de Drakengard, de 2003. É um RPG de ação, que conta com momentos de combate aéreo, que lembram muito o clássico do Sega Saturn Panzer Dragoon.

O Jogo:
Os Eventos de Drakengard 2 se passam 18 anos após o primeiro jogo, o protagonista Nowe, acaba de se juntar aos Cavaleiros do Selo (Knights of The Seal, organização que protege os selos que evitam o fim do mundo) e é lhe dada uma missão simples, alguns monstros estão atacando um Distrito (locais aonde ficam os selos), ele e sua amiga de infância Éris se encaminham. E quando Nowe descobre sobre como os selos são mantidos, a história de verdade começa. Uma trama relativamente simples, mas com muitas reviravoltas.
Jogabilidade:
Os Eventos de Drakengard 2 se passam 18 anos após o primeiro jogo, o protagonista Nowe, acaba de se juntar aos Cavaleiros do Selo (Knights of The Seal, organização que protege os selos que evitam o fim do mundo) e é lhe dada uma missão simples, alguns monstros estão atacando um Distrito (locais aonde ficam os selos), ele e sua amiga de infância Éris se encaminham. E quando Nowe descobre sobre como os selos são mantidos, a história de verdade começa. Uma trama relativamente simples, mas com muitas reviravoltas.
Jogabilidade:

A princípio, para quem está acostumado a Action-RPG's velozes como .hack// e Kingdom Hearts, ou mesmo Zelda, Drakengard 2 parece meio lento, com o tempo você acostuma. Os comandos são simples, □ para o corte horizontal, ∆ para o corte vertical (um pouco mais lento, mas é bom para afastar alguns inimigos chatos), ס para magia (A magia varia de acordo com a arma utilizada e a magia tem 4 níveis de força, depende do nível da arma) e X dá um salto simples, L1 esquiva para a esquerda, R1 esquiva para a direita e utilizando L1+R1, o personagem dá uma esquiva inútil para trás (palavra de quem já jogou), R2 defende (bom para usar o comando de parry, que consiste em, defendendo, apertar □ na exata hora em que o oponente ataca, abrindo a guarda para um contra ataque). O esquema de aquisição de armas melhorou em relação ao primeiro game, ao passo em que o número de armas diminuiu (65 para 60). As armas são divididas em cinco categorias: Espadas, espadas longas, machados, cajados e lanças, que são distribuidas pelos personagens:
Nowe: Usa espadas e espadas longas (bom em luta contra cavaleiros, ruim contra magos)
Urick: Utiliza machados (e foices que estão na categoria machado) (Bom contra mortos-vivos, e seres gigantes)
Manah: Utiliza cajados. (bom contra magos e ruim contra cavaleiros)
Eris: Usa lanças para praticar espancamento de inimigos (boa contra mortos-vivos)
O
esquema de armas/uso de ítens é interessante, antes de cada missão, você escolhe que armas irá levar numa roda de armas, num comando no menu (L2), você pode trocar de arma e personagem (trocando por exemplo para uma lança de Eris, você jogará com Eris), possibilitando estratégias numa batalha contra inimigos variados.

Em alguns trechos, jogando com Nowe, é possível montar em Legna (O Dragão que criou Nowe como um filho) apertando select e aí o combate fica até desleal, é possível exterminar legiões de inimigos. A jogabilidade mistura o rpg com um pouco de Panzer Dragoon. Os comandos são □ para tiro simples, deixe pressionado ao passar a mira por um inimigo e a mira irá marcá-lo para um teleguiado, o alcance chega a oito marcas dependendo do nível de Legna. O ∆ serve para algo que eu não notei muito bem, o O é a magia que é dependente do MP de Nowe, o X acelera o Legna, L1 esquiva para a esquerda, R1 esquiva para a direita e utilizando L1+R1, Legna dará meia volta, recurso muito útil em algumas batalhas.

Alguns estágios (momentos de transição entre um estágio e outro) são jogáveis apenas com Legna, aí é impossível não lembrar de Panzer Dragoon, os comandos não mudam, apenas uma variação na magia, que se transforma no botão dos power ups (tiros de fogo [ 9 ], água [ 99 ], trovão [ 3 ], laser [ 1 ] ou escudo [ 1 ].
Em determinados momentos, há pequenos puzzles para resolver, nada de muito difícil, os puzzles mais difíceis estão nas partes iniciais do jogo, depois a produtora ficou preguiçosa e os puzzles praticamente somem.
Gráficos:
Os gráficos ingame me lembram muito os de Sengoku Basara, da Capcom, não é nada que encha seus olhos, mas também não é de se jogar fora. As cut-scenes em CG são lindas, como qualquer trabalho da Square-Enix, embora sejam um tanto curtas e esparsas ao longo do jogo (cerca de oito, não chegando a 10 minutos de cenas). Baseando-se no fato de que é um jogo de 2005, tá na média.
Sons:
Eis o calcanhar de aquiles do jogo, a trilha sonora não é algo de se destacar, não é como aquela música marcante que você diz, AMAGADVOUCOLOCARNOMEUMP345678 (tá na hora de molhar o biscoito), os efeitos sonoros são até bons, mas a dublagem... Juro, eu tentei, tentei MESMO me convencer, mas a dublagem ocidental de Drakengard 2 é péssima, tá, não chega ao nível de KOF 2006 ou Soul Calibur 3 (piores dublagens ocidentais que já ouvi - Tá, eu ainda não ouvi a infame dublagem do Kamen Rider ZO do Sega CD), mas ainda assim é ruim. Um ou outro momento de boa atuação seguidas de toneladas de textos com vozes inexpressivas.
Finalizando:
Analizando-se os prós e contras, Drakengard 2 é um jogo muito bom, com algumas falhas é claro, mas que tem uma história bacana e com reviravolta em cima de reviravolta. E uma curiosidade: Sabe porque peguei o jogo? Vi o logo da Square-Enix na capa. Prontofalei.
Nota:
Jogabilidade: 8,5/10
Gráficos: 8/10
Sons: 6/10
Nota Final (não é média): 8/10
Post Scriptum editado: Apesar de ser uma sequência, não depende totalmente do primeiro para ser jogado, pois os eventos mais importantes do jogo anterior que tem relação com esse são explicados no decorrer do jogo.
Manolos, hoje, como pude sair mais cedo do trabalho (probleminhas de saúde), tem post novo (mentira! Já disse que teria post aqui) no NOP, e vamos para mais uma edição das Musas Retrô.
A estrela de hoje nos cedeu gentilmente as fotos e vai me conceder uma entrevista...
Yay!
A Cosplayer de hoje, é a espanhola que atende pelo Nick de BlackCat , e a personagem é a gostosíssima B.Janet, de Garou: Mark of The Wolves, clássico do NeoGeo que também saiu para Dreamcast e BEEEEEEEEM posteriormente Playstation 2 (sendo que este aqui ficou só no Japão)
Sem mais delongas, meritíssimo:

Virtua Quest (Virtua Fighter ~Cyber Generation: Ambition of The Judgement Six ~ no Japão)
Produtora: Sega
Desenvolvedora: Sega
Plataformas: Playstation 2/Nintendo Game Cube
Gênero: Action-RPG
Jogadores: 1
Antes da resenha em si, boas notícias, pelo menos pra mim: A estrela do nosso próximo Musas Retrô (veja amanha aqui! ) aceitou me ceder uma pequena entrevista que será feita e publicada em breve!
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Se você não se empolgou, problema seu, eu me empolguei!
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Sinto que meus três leitores fiéis acabaram de ir embora, mas enfim...
A SEGA surpreendeu seus fãs ao anunciar e lançar esse jogo... Afinal, como assim um Virtua Fighter RPG? Considerando que se trata de um Spin-Off e Virtua Fighter nunca se preocupou em ter uma história profunda (pra não dar brecha a muitas dorgas como aconteceu com Tekken, aonde as coisas são mais emboladas que cabelo de bunda), então é plausivel a idéia... Agora veremos se vale a pena jogá-lo.
Realmente, esse último dia que passei sem net me quebrou todo, todo o cronograma foi por água abaixo por conta do desânimo que aquilo causou.
E o que é bom para o desânimo?
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Não, não é PUDIM, mas sim aquilo que nós mais gostamos: MUSAS RETRÔ!
Hoje, vamos a um jogo que foi excitado, digo, citado pelo nosso amigo Jorge Lucas, lá do Macho Gamer, que é Rumble Roses (que apesar da quantidade abissal de gostosas - Não to reclamando - é um ótimo jogo de wrestling, depois que se domina o básico). E como você deve ter percebido, é a Dixie, a estrela de hoje.
E mano, pra fazer a Dixie, tem que ter peito... E ela tem sim! \o/
Semana começando e hoje é dia de Musas Retrô, dessa semana saímos da europa e fomos lá pro México, com um cosplay de Athena Asamiya, da versão 2003 de The King of Fighters (A última
a usar a placa MVS), sem mais delongas:

Wild West - C.O.W. Boys of Moo Mesa
Produtora: Konami
Desenvolvimento: Konami
Jogadores: 1/4
Gênero: Run'n Gun
Plataforma: Arcade
Sunset Riders foi um clássico dos arcades que migrou para o SNES (viciante) e Mega Drive (mais feio que bater na mãe com chinelo de madeira), o fato é que existiam na década de 90, poucas coisas com temas de velho oeste (principalmente se considerarmos as décadas de 60, 70), e um desenho em particular, chamava a atenção naquela época, era Wild West C.O.W. Boys of Moo Mesa, e como é lei até hoje, todo produto de sucesso vira jogo (Quer apostar quanto que a Tec Toy vai dar um jeito de fazer um Guitar Idol Restart, dá medo só de pensar nisso, hehe!) Pois bem, a Konami aproveitou a onda, e produziu um "sucessor espiritual" para Sunset Riders, mas que infelizmente ficou nos arcades.
Mazinger Z

Produtora: Banpresto/Toei
Desenvolvimento: Dynamic Play
Jogadores: 1/2
Gênero: Shoot'em up
Todos nós jogamos Altered Beast ao menos uma vez na vida, e todos nós sabemos o quanto o game é bom, e reconhece o seu valor histórico.
Assim como vocês também conhecem o Altered Beast do Ps2, e sabe que aquilo vai contra todos os princípios do game original, sendo apenas uma reinvenção desastrosa, principalmente ao meu ver.
Mas hoje trago a vocês uma reinvenção que tinha tudo para ser um game de respeito, mas se mostrou surpreendentemente fraca.
Let´s go...
Assim como vocês também conhecem o Altered Beast do Ps2, e sabe que aquilo vai contra todos os princípios do game original, sendo apenas uma reinvenção desastrosa, principalmente ao meu ver.
Mas hoje trago a vocês uma reinvenção que tinha tudo para ser um game de respeito, mas se mostrou surpreendentemente fraca.
Let´s go...
Primeiramente, tô sem saco pra postar artigo novo e esse post era pra sair segunda-feira, mas quer saber? Foda-se o cronograma, hehehe!
Pois bem, eu estava procurando por fotos de alguma cosplayer da Maki Genryusai (Final Fight 2), mas como não achei, pus meus olhos no jogo com a maior quantidade de magumbos na história da humanidade: Dead or Alive.
Sim, atualmente a série é uma tremenda porcaria, mas na época do Dreamcast (com o quase perfeito Dead or Alive 2) dava pra se jogar fapando menos e dando mais porradas =p
E a personagem da Semana é a Kasumi, aquela que tem um irmão que é colega do Ninja Gaiden, e sem mais delongas...

Formula One 05
Produtora: Sony Computer Entreteniment
Desenvolvimento: Studio Liverpool
Plataforma: Playstation 2
Jogadores: 1/2
Gênero: Corrida
Em meados de 96, Sony assegurou a exclusividade dos jogos oficiais de Fórmula 1 (Coisa que já não existe, pois a licença para os jogos atualmente está nas mãos da Codemasters), o que garantia a exclusividade para seus consoles (o que significou a exclusividade do PSOne,
posteriormente o Playstation 2 e o PSP - este recebeu uma versão "menor" de F1 2005 e uma da 2006 - e mais posteriormente o Playstation 3 - que recebeu o último F1 da Sony). Essa semana, o nosso review é sobre a versão 2005 e você me pergunta, caro leitor: Porque o F1-05? Primeiro porque eu tenho o jogo original, e segundo porque eu quero e esse review é meu. Rá! Enfim, vamos nessa!

